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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

NOVA TIMBOTEUA

POEMA NOVA TIMBOTEUA

Nova timboteua minha cidade querida 
Estás em seu barco a remar 
Tão distante, tão esquecida 
E o teu povo a sonhar.

Os teus jovens, teu futuro 
Mais emprego aqui não há 
Pois se sentem inseguros 
E precisam viajar.

Cidade das brincadeiras 
Também Cidade do mingau 
Tens folclore, música e dança 
És património Cultural.

Nova timboteua tu que te encontras 
No extremo Norte do país 
E no Nordeste paraense 
Essa é minha raiz.

Quem te viu quem te vê daquela vida de cabano
Que vieste a crescer 
Se torna povo tamanho.

Terra de um povo guerreiro 
Que não para de acreditar 
Que virão dias melhores 
Hoje é preciso sonhar 
Nova timboteua 
Da arte, da religião 
Da cultura, do esporte 
Do poder a ingratidão.

Nesta meiga cidade 
O seu povo é sofrido 
Onde as lutas e o labor 
Fazem alguns sonhos perdidos.

Quando chega o natal 
As família com suas ceias 
Enquanto outras coitadas 
Vagam por casas alheias.

Termino esse poema 
Com uma doce vontade 
Que Nova timboteua 
Obtenha liberdade.

Liberdade da corrupção 
Da imprensa fascista
Do homem sanguinário 
Do político egoísta.

Mas sei que talvez 
Isso nunca aconteça 
E se acontecer 
Quem sabe um dia floresça. 
(Ney tabosa).por volta 2014

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